O GOLPE DA IMUNIDADE TRIBUTÁRIA PARA AS IGREJAS
Se não bastasse o pacote de bondades concedidas em ano
eleitoral por Mula, o maior ladrão de nossa história, que está fodendo com
nossas finanças em busca da reeleição, já tendo esbanjado 215 bilhões com
aumento das bolsas assistenciais e criação de outras esmolas, o Senado, cujo
presidente está de ponta com o Pinguço, preparou um elenco de “pautas bombas”,
que se aprovadas também pela Câmara, acarretará um aumento de despesas da ordem
de 111 bilhões anuais.
Convem salientar, que toda essa gastança redundará
obviamente, em aumento da carga tributária, para infelicidade geral dos
pagadores de impostos, e felicidade dos bancos, que aumentarão juros e
faturarão ainda mais rolando nossa imensa dívida interna.
Dentre as 9 “bombas” que tramitam no Senado, uma delas
chama atenção e particularmente me irrita sobremaneira, pois trata da “Ampliação da Imunidade Tributária dos
Templos Religiosos”, com custo anual previsto de 10 bilhões.
Não sei o que pretendem nossas porcarias de senadores,
pois os templos religiosos já desfrutam de isenções absurdas, “não pagando IMPOSTO DE RENDA, CSLL, PIS/COFINS,
IPVA, ICMS, ISS, ITBI, e tributos incidentes sobre bens e serviços utilizados
no funcionamento e manutenção dos templos”, gerando uma renúncia fiscal da
ordem de 7 bilhões anuais.
Considerando que de forma geral, nossas igrejas,
cultos e similares são verdadeiras arapucas que arrancam dinheiro de pobres
coitados, crédulos e pouco escolarizados, que doam economias suadas em troca de
promessas, milagres e um cantinho no “paraíso”; fazendo a felicidade de fajutos
bispos, pastores, padres e assemelhados, que esnobam vivendo na riqueza e mordomia,
contrastando com os fiéis que patinam nas dificuldades da luta diária pela sobrevivência.
Casos mais flagrantes dessa falsa maracutaia
religiosa, são os as igrejas evangélicas, cujos oportunistas bispos são
conhecidos biliardários, vivendo em total mordomia, com mansões imensas,
carrões, limusines e aviões, “que não lhes pertencem”, sendo propriedade das
igrejas, com usufruto exclusivo dos dirigentes e familiares (me engana que eu
gosto!!!)
Essa mesma trapaça ocorre nas demais igrejas, com um
pouco mais de comedimento, todavia, mais preocupados em edificar caros e magníficos
templos, desviando dinheiro que deveria ser utilizado para atividades sociais e
socorro as populações menos favorecidas de suas áreas de influência.
Desconheço o conteúdo desse “acréscimo de imunidade”
que está sendo patrocinado pelo Senado, pois os templos religiosos somente
pagam o INSS e o IMPOSTO DE RENDA RETIDO DE SEUS FUNCIONARIOS E DOS SALÁRIOS
DOS BISPOS E PASTORES.
Será que até essas obrigações estão querendo jogar nas
costas dos contribuintes?
Puta que pariu, é mesmo o fim da picada.
O Senado prova que não serve para bosta nenhuma,
somente para cuidar de seus próprios interesses e sobrecarregar nossas
despesas.
Fica evidente, que melhor negócio para qualquer pessoa
esperta ou empreendedor malandro, é fundar uma igreja, mesmo que somente o
próprio e sua família, sejam os únicos membros.
Fora Mula!
José Roberto- 12/06/26
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