6x1 NO FIOFÓ DE MULA E ALCOLUMBRE
Apenas uma leve menção a um placar como acima, me dá
calafrios instantâneos, pois lembro do desastroso 7 a 1 que tomamos da Alemanha
e acabou com meu apetite por jogos dos pernetas brasileiros. Desde então, me
limito a assistir jogos dos campeonatos europeus, principalmente da Espanha,
onde o bom futebol é jogado, nada parecendo com as peladas entre nossos
timinhos de merda, salvando-se apenas o Flamengo e o Palmeiras, sendo os restantes,
reles figurantes de campeonatos mequetrefes.
Estamos cansados de saber, que o obeso Alcolumbre é um
corrupto sem vergonha, que lutando por sobrevida tenta uma jogada que vai foder
com várias atividades econômicas do país, principalmente a de Serviços, Comércio
e pequenas industrias, pois se aprovada essa excrecência, acarretará um
significativo aumento nos custos, obviamente repassados aos usuários e
consumidores, reduzindo a demanda e condenando milhares desses empreendedores a
falência, como já vem ocorrendo sem esse potente chute no saco.
Essa proposta da redução da escala de trabalho,
aumentando a folga dos empregados, mas mantendo inalterados seus salários e
benefícios, poderia até ser uma boa alternativa, caso ocorresse nos países da
Escandinávia, e não no nosso atrasado país, onde os índices de produtividade
são baixíssimos, comparados com países do primeiro mundo.
De forma geral, o brasileiro é esperto, deixando para
cagar no trabalho, levando o máximo do tempo possível no trono, com a certeza
que produzindo bosta, está enrolando o patrão e levando vantagem. Exemplificando, nos meus tempos de CESP
em Atibaia, tive um funcionário que abusava desse expediente. Alertei-o que se
continuasse cagando com exagero, de merda e de tempo, o demitiria. O cagão
tomou jeito. Sei que alguns velhos amigos que leem meus textos se recordam
desse episódio. Hoje seria considerado assédio. Bons velhos tempos.
Desesperado e sujando as cuecas, Mula, o maior ladrão
de nossa história, sabendo que vai levar “o grosso” no rabicó, tenta com apoio
de sua camarilha de canalhas, lançar mão dos derradeiros artifícios sujos,
desonestos e mentirosos, divulgando em sua propaganda eleitoral, que Flávio vai
acabar com as bolsas esmolas e outros programas assistências, turbinados pelo
Pinguço neste final de mandato, tentando garantir votos desses pobres coitados,
viciados e encabrestados, que preferem viver as custas dos que trabalham,
desmotivados e contentando-se com ninharias que mal dão para sua subsistência. O
Nordeste é um triste exemplo dessa subjugação criminosa.
Flavio Bolsonaro, que marcha firme para a vitória que
já deveria ter ocorrido no primeiro turno, mas por engasgo das urnas
eletrônicas, protelou-se o veredito popular para o segundo turno.
Em campanha, o filho do Capitão não pode se descuidar,
pois as vezes uma pequena derrapada, a mentira da oposição martelada insistentemente
na mídia companheira, podem criar zonas de risco, que antecipadamente devem ser
previstas e evitadas.
Foi justamente por esses motivos e sabendo da canalhice
de seu oponente, que Flavio mudou de posicionamento, passando a apoiar a
redução do escore, de 6 a 1 para 5 a 2. Boa estratégia, jogando no ataque ao
invés de ficar na retranca, pressionado pelas mentiras do calhorda de nove
dedos.
Nada que no futuro não possa ser ajustado, após eleito
e contando com o apoio da maioria absoluta do Congresso.
Flávio na cabeça.
Fora Mula!
José Roberto- 14/10/26



