OS PADRES
VERMELHOS DE APARECIDA
Não é à toa
que o Brasil está na merda, pois se até os padres que vivem com muita mordomia
na cidade de nossa padroeira, desrespeitam o local sagrado, demonstrando suas
vertentes esquerdistas e apoio ao maior ladrão de nossa história, por maior que
seja a boa vontade de Nossa Senhora da Aparecida, as coisas não podem mesmo dar
certo.
Pelo que
lembro, o templo da Padroeira do Brasil foi pela primeira vez profanado em maio
de 2018, em missa realizada pelo reitor da Basílica, padre João Batista de
Almeida, que além de permitir que a igreja fosse tomada por faixas e
estandartes do PT, CUT e MST, em sua homilia, teve o descaramento de pedir em
nome do Pinguço que estava preso em Curitiba, que, “Nossa Senhora Aparecida
abençoe [o petista] e lhe dê muitas forças para que se faça a verdadeira
justiça, para que o quanto antes ele possa estar entre nós, construindo com o
nosso povo um projeto de país que semeie a justiça e a fraternidade".
A imagem da igreja tomada por bandeiras e
faixas vermelhas, bem como a fala do cretino padre, causaram tanta reação
negativa entre os católicos, de tal magnitude, que envergonhado o sacerdote
vermelho, como puta arrependida, veio a público para se desculpar por um pecado
e afronta indesculpável.
Por trás do reitor, que pouco depois foi
defenestrado do Santuário e da cidade, pairava a sombra do maléfico, comunista,
sem vergonha, ordinário, Arcebispo de Aparecida, Orlando Brandes, tradicional
puxa sacado dos petistas, que nunca escondeu suas preferências pelos terroristas
e invasores do MST. O Vaticano “cagou no pau” ao nomear esse arrivista, para
substituir o antigo e conceituado arcebispo, Dom Raimundo Damasceno.
Ao longo de seu “mandato” com arcebispo,
Orlando Brandes tem demonstrado sua nítida preferência pelo socialismo
vermelho, misturando religião com política, entrando em seara alheia de forma
totalmente equivocada, causando dissabor entre os católicos, pois o velhaco,
utiliza o púlpito do mais sagrado templo do Brasil, para apoiar os desmandos e
abusos da corja petista.
Já foi e tem sido objeto de severas críticas,
mas apesar da grita e repúdio da população, vira e mexe, volta a abordar
assuntos políticos em momentos impróprios, não compatíveis com sua função de
pastor de um importante rebanho.
Não sou um exemplo de católico, mas fico indignado
com o procedimento desse arcebispo, que ao invés de propagar o amor e união,
dissemina a discórdia, num local onde somente palavras de entendimento,
perseverança e fé, deveriam ser pronunciadas.
Coroando essas abjetas intervenções em
momentos sagrados, talvez querendo aparecer, semana passada em missa solene, o
padre Ferdinando Mancilio, ao invés de ater-se ao texto das parábolas contidas
na leitura do evangelho, optou por criticar “a caminhada pela liberdade”
conduzida por Nikolas Ferreira, ousando blasfemar que “Não adianta querer
fazer uma marcha para Brasília, alguém que nunca teve nenhum projeto a favor do
povo e dizer que está defendendo a vida. Mentira, quer o poder. Acho que vocês
entendem o que eu estou dizendo”.
Realmente não dá para
compreender, como a Igreja Católica permite que uma padreco qualquer, utilize o
púlpito mais sagrado de nosso país, para proferir tamanhas insolências e
agressões aos verdadeiros católicos e patriotas em geral.
Tomara que o atual Papa, Leão
XIV, com o qual muito simpatizo, por seu passado e por suas firmes e
conservadoras posições, olhe com cuidado esses deslizes de nossa Igreja, que
contribui para afastar os fiéis, migrando-os para outras searas.
Cala a boca Ferdinando,
Fora Mula!
José Roberto-04;02/26