AS FAMIGERADAS TAXAS DE EPORTAÇÃO/IMPORTAÇÃO
Integrantes do governo brasileiro estão fingindo de
ofendidos, com a taxa de 25% imposta sobre centenas de nossos produtos,
importados pelos Estados Unidos.
A petezada nojenta e a cambada de puxa-sacos e corruptos,
acoitada nos 40 ministérios, esperneia, fingindo-se indignada, exigindo retaliação,
que o Brasil aplique a “fajuta taxa de reciprocidade”, ignorando que somos um
dos campeões em sobretaxar produtos importados.
Não podemos esquecer, que um dos poucos acertos do
governo Collor Saco Roxo de Mello, foi a abertura “dos portos as nações amigas”,
reduzindo drasticamente o imposto de importação sobre alguns produtos, principalmente
automotivos, iniciando um processo de abertura, que alem de baratear preços,
pela concorrência, favoreceu e estimulou a modernização de nosso parque
produtivo.
Esclareço que entendo pouco sobre o assunto em pauta,
mas pelo pouco que conheço e dando uma rápida espiada no Google, sinto-me com o
ego inflado, tal como esses metidos palpiteiros que se intitulam “doutores,
cientistas ou especialistas de porra nenhuma”, que arrotam asneiras com ares
doutorais. Se esses enganadores podem, eu que reconheço ser quase um leigo,
também tenho o direito de palpitar, até com certa razão(assim acho, eheheh).
Obviamente, como devemos ter “um milhão de leis” e
Resoluções Normativas regulamentando as importações, com também obvias exceções
e taxas especiais para setores privilegiados e a turma de compadres, fica difícil
explicitar os percentuais aplicados aos inúmeros produtos e insumos que
importamos, oscilando geralmente em torno de 60%.
Como essa elevada taxação já vem de longe, estamos
acostumados a pagar o dobro ou mais do valor original, do custo do equipamento
ou aparelho em seu país de origem.
A
grande safadeza embutida nesse aumento do bem importado, é que alem da taxa “normal”
de importação, até chegar aos consumidor final, o governo acresce ao custo do
produto nossos famigerados impostos nacionais, tais como o IPI, ICMS, PIS/PASEP/COFINS e eventualmente outros, a gosto do estado ou
da Receita Federal.
Nossa legislação tributária, como em todos os outros
segmentos, é um meandro quase impossível de destrinchar, criado explicitamente
para complicar e dificultar sua aplicação, propiciando ao governo questionar índices,
valores, e obviamente aplicar multas.
A safadeza geral, é que via de regra, por traz de toda
essa confusão proposital, abre-se o milionário campo para atividades de escritórios
especializados em facilitar importações, quebrar galhos e aparar arestas,
composto por familiares, ou ex-funcionários dos órgãos que inventaram em
multiplicaram as normas, decretos e instruções normativas.
Situação bem semelhante ao que acontece atualmente,
com as Bancas de Advocacia, especializadas em processos que transitam em nossas
mais altas cortes judiciais.
Complicamos, para criar facilitadores.
Fora Mula!
José Roberto- 22/07/26