quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

OS PADRES VERMELHOS DE APARECIDA

 

OS PADRES VERMELHOS DE APARECIDA

 

Não é à toa que o Brasil está na merda, pois se até os padres que vivem com muita mordomia na cidade de nossa padroeira, desrespeitam o local sagrado, demonstrando suas vertentes esquerdistas e apoio ao maior ladrão de nossa história, por maior que seja a boa vontade de Nossa Senhora da Aparecida, as coisas não podem mesmo dar certo.

Pelo que lembro, o templo da Padroeira do Brasil foi pela primeira vez profanado em maio de 2018, em missa realizada pelo reitor da Basílica, padre João Batista de Almeida, que além de permitir que a igreja fosse tomada por faixas e estandartes do PT, CUT e MST, em sua homilia, teve o descaramento de pedir em nome do Pinguço que estava preso em Curitiba, que, Nossa Senhora Aparecida abençoe [o petista] e lhe dê muitas forças para que se faça a verdadeira justiça, para que o quanto antes ele possa estar entre nós, construindo com o nosso povo um projeto de país que semeie a justiça e a fraternidade".

A imagem da igreja tomada por bandeiras e faixas vermelhas, bem como a fala do cretino padre, causaram tanta reação negativa entre os católicos, de tal magnitude, que envergonhado o sacerdote vermelho, como puta arrependida, veio a público para se desculpar por um pecado e afronta indesculpável.

Por trás do reitor, que pouco depois foi defenestrado do Santuário e da cidade, pairava a sombra do maléfico, comunista, sem vergonha, ordinário, Arcebispo de Aparecida, Orlando Brandes, tradicional puxa sacado dos petistas, que nunca escondeu suas preferências pelos terroristas e invasores do MST. O Vaticano “cagou no pau” ao nomear esse arrivista, para substituir o antigo e conceituado arcebispo, Dom Raimundo Damasceno.

Ao longo de seu “mandato” com arcebispo, Orlando Brandes tem demonstrado sua nítida preferência pelo socialismo vermelho, misturando religião com política, entrando em seara alheia de forma totalmente equivocada, causando dissabor entre os católicos, pois o velhaco, utiliza o púlpito do mais sagrado templo do Brasil, para apoiar os desmandos e abusos da corja petista.

Já foi e tem sido objeto de severas críticas, mas apesar da grita e repúdio da população, vira e mexe, volta a abordar assuntos políticos em momentos impróprios, não compatíveis com sua função de pastor de um importante rebanho.

Não sou um exemplo de católico, mas fico indignado com o procedimento desse arcebispo, que ao invés de propagar o amor e união, dissemina a discórdia, num local onde somente palavras de entendimento, perseverança e fé, deveriam ser pronunciadas.

Coroando essas abjetas intervenções em momentos sagrados, talvez querendo aparecer, semana passada em missa solene, o padre Ferdinando Mancilio, ao invés de ater-se ao texto das parábolas contidas na leitura do evangelho, optou por criticar “a caminhada pela liberdade” conduzida por Nikolas Ferreira, ousando blasfemar que “o adianta querer fazer uma marcha para Brasília, alguém que nunca teve nenhum projeto a favor do povo e dizer que está defendendo a vida. Mentira, quer o poder. Acho que vocês entendem o que eu estou dizendo”.

Realmente não dá para compreender, como a Igreja Católica permite que uma padreco qualquer, utilize o púlpito mais sagrado de nosso país, para proferir tamanhas insolências e agressões aos verdadeiros católicos e patriotas em geral.

Tomara que o atual Papa, Leão XIV, com o qual muito simpatizo, por seu passado e por suas firmes e conservadoras posições, olhe com cuidado esses deslizes de nossa Igreja, que contribui para afastar os fiéis, migrando-os para outras searas.

Cala a boca Ferdinando,

Fora Mula!

 

José Roberto-04;02/26

 

 

 

 

Um comentário:

  1. Eu praticamente esqueci que existe a igreja católica. Só vou na igreja católica em casamentos e olhe lá!

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