segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

O BRASIL É UMA MÃE

 

O BRASIL É UMA MÃE

 

Andei pesquisando rapidamente, constatando que no Brasil atual, metade da população recebe algum tipo de auxilio social, evidenciando que somos um país de preguiçosos e dependentes de esmolas. População indolente que se contenta com migalhas ao invés de procurar um emprego e ganhar com brios, o pão de cada dia.

Esse resultado assustador é fruto da indolência típica do nosso povo, somado aos incentivos dados por governos corruptos, que espertos e visando permanência no poder, distribuem bondades e facilidades, ao invés de criar oportunidades de educação e empregos.

Essa malandragem vem de longe, consumada nos estados mais pobres, onde famílias de políticos, coronéis sertanejos e senhores de engenho, estabeleceram tipos de capitanias hereditárias, rincões onde filhos e parentes se sucedem tantos nos governos estaduais como municípios, fazendo promessas que jamais serão cumpridas e garantindo o sufrágio com agrados pré-eleitorais, mascarando o que na prática se consubstancia como verdadeira compra de votos. Os verdadeiros currais eleitorais.

Com a chegado do PT ao poder, o “ópio” distribuídos aos pobres se sofisticou, com a criação por Lei de uma dezena de auxílios, ajudas e bolsas assistenciais, estendendo a generosidade por todos os cantos do país, desviando recursos públicos de áreas importantes, numa tentativa grosseira e descarada de garantir votos.

O xis da questão, é que o custos dessas esmolas evoluiu tanto, bancada pela carga extorsiva de impostos, que os setores produtivos da nação vivem numa corda bamba, equilibrando-se para manter resultados positivos, tentando a duras penas não reduzir a competitividade de seus produtos, principalmente diante da concorrência desleal de produtos importados, que abalaram duramente nossa indústria têxtil, de brinquedos e de outros importantes setores.

Não apenas industrias, comércio e serviços, padecem com a pesada carga tributária, mas também o brasileiro trabalhador e pagador de impostos, que a cada ano vê seu magro contracheque minguar ainda mais, não esquecendo dos impostos indiretos que incidem sob todos os produtos e serviços em forma de cascata, correndo o poder de compra.

Neste ano eleitoral, em que Mula, o maior ladrão de nossa história, mesmo com a mente corroída pelo senilismo e  pela cachaça, sabe que sua reeleição torna-se cada vez mais difícil, além de sua péssima administração, e da corrupção que voltou a mil por hora com seu beneplácito, instado por membros de sua quadrilha que temem perder o acesso as sagradas tetas, concede novas benesses as classes desfavorecidas, mesmo sem qualquer recurso e viabilidade, pois o gigantesco déficit público secou os cofres, ainda assim, o Pinguço insiste e complica ainda mais a vida dos pagadores de impostos.

As indústrias assombradas com a ganância tributária, procura abrigo e porto seguro em países vizinhos, notadamente o Paraguai, que se esforça para livrar da pecha de “país da falsificação”, oferecendo estabilidade e impostos deglutíveis, entrando numa fase áurea de crescimento econômico.

Os milionários, na moita, também vão migrando, transferindo seus recursos para países onde o capital é respeitado, ao contrário do que hoje se propala no Brasil, com ameaças de tributações ainda mais pesadas.

A situação tende a se agravar, mesmo com a derrota do Cachaceiro. O próximo Presidente vai entrar numa fria. Governará com caixa vazio e com um Congresso e Judiciário de merda.

Recebi uma mensagem de uma senhora indignada, sugerindo que pessoas que recebem auxilio social não deveriam ter direito ao voto, pois não contribuem para o desenvolvimento da nação. Da mesma forma os presidiários também não deveriam ter esse direito, pois são criminosos, desrespeitando nossas leis, ferindo, ofendendo e roubando; párias  da sociedade que desrespeitam o próximo, só causando danos e prejuízos ao país.

Concordo plenamente com essa Senhora, mas infelizmente devemos ser uma minoria.

Fora Mula!

 

José Roberto- 09/02/26

 

 

Um comentário:

  1. José bom dia !! infelizmente estaremos vivendo num eterno litoral mesmo, sem precisar trabalhar para viver !!!!!!! pois quanto mais a gente ficar dependendo destas ajudas, será ótimo para eles que estão tomando conta do nosso LITORAL!!!!!!! o que acha??????
    obrigado !!!!!!!

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