CÓDIGO DE
ÉTICA DO STF
A
insistência do Ministro Fachin na aprovação de um código de ética a ser
rigidamente implantado e seguido pelos membros do STF é pura tapeação, conversa
mole para boi dormir, fingindo uma preocupação e um caráter que obviamente não
possui, pois quem conhece seu passado de instigador das invasões do MST,
contrário a propriedades rurais privadas, além de ter cometido o sacrilégio de
desenterrar Mula, o maior ladrão de nossa história, certamente não acredita
nessa jogada.
Cortina de
fumaça para tentar dar uma melhorada na imagem do emporcalhado Tribunal,
fingindo e prometendo melhorar suas tendenciosas performances, quando na
realidade querem salvar a pele dos safados agora mais expostos, caso dos
suspeitíssimos Toffoli e Alexandre, além do perigoso Gilmar Mendes, que na
retaguarda insufla e dá gás a esses malandros.
Fachinzito
sabe muito bem, que criar e implantar um código de ética sério é impossível,
pois a maioria dos Ministros, 7 a 4,(na real 8 a 3, pois Barrozinho ficou em
cima do muro, tendendo aprovar) foram favoráveis a derrubada de um critério que vigorava, pelo qual, Ministros
eram impedidos de julgar processos defendidos por CONJUGES, PARCEIROS OU
PARENTES ATÉ 3.o GRAU.
Essa grande
malandragem foi aprovada em agosto de 2023, para minha surpresa, com votos favoráveis
além do trio do mal, do também ardiloso Nunes Marques(criação bissexta de
Bolsonaro) e do bom moço André Mendonça que sem dúvida, cagou e sentou em cima,
contando ainda com a colaboração do histriônico Zanin, e do topetudo Fux.
Votos contrários,
obviamente apenas para constar, do próprio Fachin e das incompetentes Carmen
Lúcia e Rosa Weber.
Essa grande
maracutaia abriu caminho para a expansão milagrosa, crescimento e enriquecimento
de escritórios da parentada, a ponto de atualmente transitar no STF,
aproximadamente 2.000 processos defendidos por esses escritórios, na maioria
composto por 3 ou 4 familiares de Ministros, faturando valores altíssimos,
alguns astronômicos, caso da esposa do bovino Alexandre, a recordista, com 3,6
milhões mensais.
A mamata é
tão boa, que até o nervosinho Zanin, depois de empossado Ministro, passou a
perna no sogro, Roberto Teixeira, que era o dono do escritório no qual
trabalhava, defendendo o Pinguço.
Zanin rompeu
a sociedade, abrindo uma minúscula banca, subtraindo de imediato uma porção de
clientes do sogro, que emputecido com o golpe baixo, entrou com uma reclamação
no Tribunal de Justiça de São Paulo.
Convem
lembrar, que Roberto Teixeira é um velho amigo do Cachaceiro, que já lhe
emprestou apartamentos para moradia, inclusive para um de seus filhos, Luiz
Cláudio, no valorizado bairro dos Jardins, na capital paulista. Briga de cachorros
grandes.
Será mesmo
que alguém acredita nas reais boas intenções de Fachin, diante de tantos fatos,
evidencias e provas cabais, que a parentada dos Ministros estão nadando a favor
da correnteza, tranquilos, felizes e com os bolsos cheios, além do mais,
parente é coisa sagrada(?), com eles não se mexem?
Trata-se de
uma falsa empreitada que vai chegar a lugar nenhum.
Fora Mula!
José
Roberto- 27/01/25
Só idiota acredita
ResponderExcluirConcordo, é mera cortina de fumaça para esconder o que realmente se pretende: evitar um controle externo do STF. Os ministros temem que senadores de direita, sem rabo preso, sejam eleitos no próximo pleito e, sem medo de represálias, deem andamento aos pedidos de impeachment.
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