quinta-feira, 23 de julho de 2026

ECOS DO MUNDIAL DE FUTEBOL

 

ECOS DO MUNDIAL DE FUTEBOL

 

A Copa do Mundo terminou com a merecida vitória da Espanha, deixando algumas lições evidentes, que devem ser consideradas, se quisermos recuperar o respeito anteriormente desfrutado por nossa Seleção.

Ficou patente que nossa equipe é muita fraca, com 2 ou 3 jogadores razoáveis entre pernas de pau, que se preocupam mais com o corte do cabelo, tatuagem e brincos, pois com a bola não tem intimidade.

Também ficou evidente, que o melhor futebol atual, é disparadamente o europeu, com Espanha, França e Inglaterra se destacando.

A Argentina chegou a final por um conjunto de circunstâncias que levantam dúvidas. Encabeçou o grupo mais fraco na primeira fase, mesmo assim escapou por muito pouco, graças ao bom desempenho de Méssi e também com uma mãozinha dos juízes, especialmente no jogo contra o Egito.

Na final, contra a organizada Espanha, amarelou vergonhosamente, sendo totalmente dominados, a ponto de não desferir um chute contra o gol adversário durante os 90 minutos regulamentares.

Exorbitou no quesito em que são campeões mundiais “hours concours”; faltas maldosas, botinadas, coices, empurrões, rasteiras, pisões nos pés, chutes nas canelas, trombadas, enfim, todo arsenal de golpes baixos que cultivam há anos luz, visando intimidar os adversários.

Derrotados, após o apito final, agrediram covardemente jogadores espanhóis que não participaram da partida, tentando compensar sua incompetência com agressões físicas.

Humilhados em campo, fechando sua participação na Copa, os argentinos demonstraram total falta de educação, respeito e fair play, dando as costas aos jogadores da Seleção Espanhola, enquanto recebiam medalhas e a cobiçada Taça.

Espera-se que a FIFA, um antro de espertalhões que se locupletam com verbas bilionárias, sem prestar contas a ninguém, tome, ao menos para disfarçar, medidas punitivas contra as graves ofensas e atitudes desrespeitosas e antiesportivas da equipe argentina.

Votando ao futebol, percebe-se nitidamente que a maioria dos países estão nivelados num nível intermediário, e que os africanos despontam como adversários de peso, evoluindo na técnica e condição física. Se jogarem com um pouco mais de seriedade, serão gratas surpresas no futuro.

Infelizmente, estamos fadados a enfrentar anos com resultados medíocres de nossa Seleção, pois Neymar, nosso último craque, já era; e lamentavelmente, não desponta nenhum outro jogador de realce para sucedê-lo

A Europa continua dominante.

Fora Mula!

 

José Roberto- 23/07/26

 

 

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