segunda-feira, 20 de abril de 2026

O BEIÇUDO PENSA QUE É SUPREMO

 

O BEIÇUDO PENSA QUE É SUPREMO

 

O problema começou com a publicação em 1981, da nossa nova Constituição, com alguns acertos e absurdos impossíveis de serem atingidos e cumpridos.

Um erro gravíssimo foi denominar nossa mais alta instância jurídica, de “Supremo” Tribunal Federal-STF, quando o correto seria “Superior Tribunal Federal”, pois a palavra supremo tem um sentido tão amplo, que deveria ser restrita a algo divino, coisas sagradas, não há um grupo de pessoas factíveis a erros e posições inadequadas, conspurcando o sentido lato da palavra.

Essa denominação equivocada, permitiu que juízes que nunca foram juízes, fossem alocados por compadrio e outros interesses, muitos sem a mínima qualificação, em nossa mais alta corte jurídica, e justamente os piores, inflados por um ego equivocado, vestiram a “carapuça” e começaram a achar que realmente eram supremos, verdadeiros deuses instalados no alto do monte Olimpo.

Chegamos ao ponto em que Gilmar Mendes, Ministro do STF, em 2018, ao votar com a Segunda Turma, a liberação de José Dirceu, o canalha mor, corrupto e principal mentor do PT, afirmou que o “Tribunal estava voltando a ser Supremo”, ao proferir decisões contrárias a entendimentos anteriores, alterando a jurisprudência para favorecer um notório corrupto petista.

Daí em diante, a situação desandou de vez, com alguns ministros exorbitando, desrespeitando os ritos legais e a Constituição, culminando com o ato irregular e arbitrário do ministro Toffoli, em 2019, quando na presidência do STF, preocupado com o cerco da Receita Federal e Coaf as movimentações financeiras milionárias do própria e da esposa, inventando eventuais perseguições aos ministros, determinou a abertura do Inquérito das Fake News, nomeando como relator, o abominável Alexandre de Moraes.

Esse intempestivo, irregular e imoral inquérito, entrou como um capitulo vergonhoso de nossa história, utilizado pelos ministros, especialmente pelo relator, como instrumento de vingança, para calar e prender eventuais detratores, impondo a mídia e ao povo em geral um regime de intimidação, cerceando as liberdade individuais, inclusive, com medidas abusivas, interferindo diretamente nos demais poderes.

Dessa forma, o STF personificado na figura ridícula e vingativa de Alexandre bovino de Moraes, sem qualquer pejo, se assenhorou dos poderes de nossa pseudo república, impondo de fato, uma ditadura do judiciário.

A situação corria a jeito e a gosto dos ministros, até o escancaramento das megas roubalheiras das aposentadorias do INSS e do Banco Master, vindo a público o nome das personagens graúdas envolvidas, dentre elas, os dois ministros manjados, o maioral Alexandre e Toffoli, e provavelmente outros que despontarão e serão arrolados na patifaria, assim que surgirem as delações premiadas.

Sentindo o “grosso” se avizinhar, o Careca Alexandre tratou logo de desenterrar uma ação que dormitava há anos no órgão, propondo restringir o alcance das delações premiadas, que obviamente beneficiará apenas os corruptos envolvidos nas vergonhosas maracutaias, tipo as acima mencionadas.

O Beiçudo Gilmar, o mais ardiloso dessa turma, além de instigar os demais, deu-se mal ao criticar e dizer asneiras sobre o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, pessoa de reputação ilibada, que após anos de governos petistas saneou as finanças do estado, homem honesto e corajoso, que não se curva a Ministros de péssima reputação, dando o troco em dobro, expondo e criticando veementemente, as arbitrariedades praticadas pelo péssimo ministro.

Com a imagem do STF em baixa, rejeitada pelo povo, Gilmar encolhido, recorreu vergonhosamente ao colega Carecão , solicitando a instauração de um processo para investigar o Governador, baseado no fajuto Inquérito das Fake News, que absurdamente permanece aberto até os dias atuais, e pelo jeito, só terminará quando Alexandre for expurgado.

Ainda não sabemos se Alexandre, com o fiofó na linha de tiro, vai encarar mais essa ingrata empreitada, mexendo num ninho de marimbondos, pois estamos de saco cheio com essa cambada de desavergonhados e aproveitadores, que se valem do cargo para auferir vantagens, diretamente ou através de familiares.

Fica o suspense.

Fora Mula!

 

José Roberto- 20/04/26

 

 

 

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