O BEIÇUDO PENSA QUE É SUPREMO
O problema começou com a publicação em 1981, da nossa
nova Constituição, com alguns acertos e absurdos impossíveis de serem atingidos
e cumpridos.
Um erro gravíssimo foi denominar nossa mais alta
instância jurídica, de “Supremo” Tribunal Federal-STF, quando o correto seria “Superior Tribunal Federal”, pois a palavra
supremo tem um sentido tão amplo, que deveria ser restrita a algo divino,
coisas sagradas, não há um grupo de pessoas factíveis a erros e posições
inadequadas, conspurcando o sentido lato da palavra.
Essa denominação equivocada, permitiu que juízes que
nunca foram juízes, fossem alocados por compadrio e outros interesses, muitos
sem a mínima qualificação, em nossa mais alta corte jurídica, e justamente os
piores, inflados por um ego equivocado, vestiram a “carapuça” e começaram a achar
que realmente eram supremos, verdadeiros deuses instalados no alto do monte
Olimpo.
Chegamos ao ponto em que Gilmar Mendes, Ministro do
STF, em 2018, ao votar com a Segunda Turma, a liberação de José Dirceu, o
canalha mor, corrupto e principal mentor do PT, afirmou que o “Tribunal estava voltando a ser Supremo”, ao proferir
decisões contrárias a entendimentos anteriores, alterando a jurisprudência para
favorecer um notório corrupto petista.
Daí em diante, a situação desandou de vez, com alguns
ministros exorbitando, desrespeitando os ritos legais e a Constituição,
culminando com o ato irregular e arbitrário do ministro Toffoli, em 2019,
quando na presidência do STF, preocupado com o cerco da Receita Federal e Coaf
as movimentações financeiras milionárias do própria e da esposa, inventando
eventuais perseguições aos ministros, determinou a abertura do Inquérito das
Fake News, nomeando como relator, o abominável Alexandre de Moraes.
Esse intempestivo, irregular e imoral inquérito,
entrou como um capitulo vergonhoso de nossa história, utilizado pelos
ministros, especialmente pelo relator, como instrumento de vingança, para calar
e prender eventuais detratores, impondo a mídia e ao povo em geral um regime de
intimidação, cerceando as liberdade individuais, inclusive, com medidas abusivas,
interferindo diretamente nos demais poderes.
Dessa forma, o STF personificado na figura ridícula e
vingativa de Alexandre bovino de Moraes, sem qualquer pejo, se assenhorou dos poderes
de nossa pseudo república, impondo de fato, uma ditadura do judiciário.
A situação corria a jeito e a gosto dos ministros, até
o escancaramento das megas roubalheiras das aposentadorias do INSS e do Banco
Master, vindo a público o nome das personagens graúdas envolvidas, dentre elas,
os dois ministros manjados, o maioral Alexandre e Toffoli, e provavelmente
outros que despontarão e serão arrolados na patifaria, assim que surgirem as
delações premiadas.
Sentindo o “grosso” se avizinhar, o Careca Alexandre
tratou logo de desenterrar uma ação que dormitava há anos no órgão, propondo
restringir o alcance das delações premiadas, que obviamente beneficiará apenas
os corruptos envolvidos nas vergonhosas maracutaias, tipo as acima mencionadas.
O Beiçudo Gilmar, o mais ardiloso dessa turma, além de
instigar os demais, deu-se mal ao criticar e dizer asneiras sobre o governador
de Minas Gerais, Romeu Zema, pessoa de reputação ilibada, que após anos de
governos petistas saneou as finanças do estado, homem honesto e corajoso, que
não se curva a Ministros de péssima reputação, dando o troco em dobro, expondo
e criticando veementemente, as arbitrariedades praticadas pelo péssimo
ministro.
Com a imagem do STF em baixa, rejeitada pelo povo,
Gilmar encolhido, recorreu vergonhosamente ao colega Carecão , solicitando a
instauração de um processo para investigar o Governador, baseado no fajuto
Inquérito das Fake News, que absurdamente permanece aberto até os dias atuais,
e pelo jeito, só terminará quando Alexandre for expurgado.
Ainda não sabemos se Alexandre, com o fiofó na linha
de tiro, vai encarar mais essa ingrata empreitada, mexendo num ninho de
marimbondos, pois estamos de saco cheio com essa cambada de desavergonhados e
aproveitadores, que se valem do cargo para auferir vantagens, diretamente ou
através de familiares.
Fica o suspense.
Fora Mula!
José Roberto- 20/04/26
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