ESTERTORES DO STF
Mais uma vez o STF mostrou sua verdadeira face.
Um órgão desvirtuado por indicações de pessoas sem
qualificação profissional e moral, um amontoado de malandros que ao invés de
serem guardiões da Constituição, valem-se do cargo para locupletar-se,
obviamente por meios tortuosos, utilizando laranjas, parentes e familiares
próximos.
Com a evolução da mídia interativa, das técnicas e
equipamentos científicos de investigação, mesmo com uma polícia federal
relativamente contaminada, tornou-se impossível mascarar atitudes ilícitas e
suspeitas, praticadas por nossos magistrados, tanto assim, que tem vindo a tona
denúncias e afastamentos de juízes em todas as instâncias, acusados com provas
substanciais, de vendas de sentença e outras patifarias.
Em todas as instâncias, MENOS NO STF, que tem a
palavra final sobre qualquer decisão jurídica, incontestável se tomada em
plenário.
Os ministros do STF sentiam-se intocáveis, pois alem
do corporativismo juramentado, principalmente entre a ala apodrecida, garantiam
que qualquer acusação ou tentativa de abertura de processo não fosse a frente,
pois tinham nas mãos as fichas sujas da maioria dos membros do Congresso, que
obviamente, evitavam qualquer atrito com “suas excelências”( suas, não minhas!!!).
Essa cômoda situação começou a periclitar, após
desdobramentos das sacanagens e trambiques do Banco Master chegar a conhecimento
público, pois associado ao criminoso desvio dos aposentados do INSS, causou
tanta repercussão, impossível de ser varrida para debaixo do tapete.
Alem do mais, para nossa sorte e azar dos corruptos
envolvidos, a relatoria do processo caiu nas mãos do melhor e mais correto
Ministro do STF, que arregaçou as mangas e levou as investigações a fundo.
Os casos mais graves, obtidos através da análise dos
celulares do malandríssimo Vorcaro, identificaram negociatas com dois ministros
de nossa última instância; um bastante manjado, o ex-office boy Toffoli, outro,
um destrambelhado Cabeçudo, ególatra, cérebro minúsculo, também com alguns
senões em seu passado, tendo inclusive plagiado um livro que escreveu, o
maldoso bovino Alexandre, inventor da farsa do 08 de janeiro, que se intitulava
o “defensor de nossa democracia”.
Toffoli, envolvido nas negociações cabulosas do Resort
Tayaya e outras similares, pego no contrapé sumiu de cena, ficando na moita,
deixando o abacaxi azedar nas goelas do Carecão.
Descobriu-se que o escroto Carecão, pelas conversas
gravadas com Vorcaro, adorava mordomias extras, conseguindo para o escritório
de sua esposa, um belo contrato de 129 milhões, em troca de dar cobertura ao
malandro banqueiro. De quebra, alem da sociedade num jatinho, descolou mesadas
para os dois filhos, bagatela de 300 mil para pequenas despesas. Nada mal para
os filhotes marmanjos. Dá para o gasto!
Fachinzito, que já tinha arquivado as traquinagens do
coleguinha Toffoli, não teve coragem de repetir o feito, pois as repercussões
na mídia ganharam intensidade inesperada, inclusive da parte amestrada, Globo,
Folha, Estadão, forçados a se fingirem também indignados com a desonestidade do
Cabeça do Ovo, até o pouco intitulado defensor do estado de direito.
Jampeando o texto para a desastrada reunião do
plenário, para autorizar ou não, abertura de investigações sobre a participação
do Cabeçudo nas mutretas do Banco Master, diante das inúmeras evidências e
provas levantadas pela PF; o que sé viu, foi um desvirtuamento total da sessão,
comandada pelo suspeito e desbocado ministro Gilmar Beiço de Bagre, associado a
obesona Dinossauro, e pelo zero a esquerda Zanin, que ao invés de se aterem a
pauta, tentaram macular a imagem do impoluto colega André Mendonça, tentando
arrolar num mesmo processo, um corrupto Careca e o honesto relator, por ter
permitido a descoberta e divulgação da mutreta.
Como já disse, Fachinzito como Presidente do Orgão e
da Sessão Plenária, foi um fracasso, não conseguindo impor sua autoridade,
sendo inclusive duramente ofendido pelo Barriga de Sebo do Maranhão, que pediu
vistas do processo, postergando para depois das eleições uma decisão
importante.
Por traz de toda essa orquestração forçada, com
tentativa obvia de melar a sessão, percebe-se a influência do dedo faltante de
Mula, o maior ladrão de nossa história, que preocupado com as pesquisas, quer
ao menos postergar e retirar da mídia esses deprimentes fatos, que certamente
lhe subtraem possíveis votos.
É uma vergonha!
Fora Mula!
José Roberto- 18/09/26
INFELIZMENTE MUITO TRISTE ESTA SITUAÇÃO QUE ESTA SIMPLESMENTE INICIANDO !!!!!!!!
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