FUTEBOL E PESQUISAS ELEITORAIS
Sofri com a derrota dos ingleses, pois há muito tempo
não torcia tanto afinco, dessa vez pelos inventores do futebol, sem desgrudar
os olhos da TV, mas no final, que decepção.
O técnico alemão da Inglaterra, estupidamente entregou
o jogo, substituindo os jogadores de ataque por pernas duras da defesa,
entregando meio campo aos “cavalos” argentinos, que sob a batuta de Messi,
virou o placar nos minutos finais do jogo, como já ocorreu em outras duas
ocasiões nesta mesma Copa do Mundo.
Messi provou com folgas, que continua sendo o melhor
jogador do mundo disparado, e o único argentino leal, que não dá pontapés, ao
contrário, recebendo marcação cerrada, levando trancos, rasteiras, sem
reclamar, mesmo assim, conseguindo escapar dos marcadores, jogando um bolão.
Quando não marca, seu passe certeiro e mais que meio gol.
Domingo serei Espanha roxo, que demonstrou ter um time
certinho e aplicado. Para dar um reforço extra, sugiro que paguem um cachê para
Mick Jagger, assistir o jogo na Tribuna de honra com o uniforme da Argentina.
Daí não tem erro. Pé mais frio que bunda de pinguim.
Domingo a toda. Biba España!!!!
Ruim como nossa Seleção, ou mesmo muito pior, são
nossos Institutos de Pesquisa, inúmeros, alguns de fachada com uma dezena de
gatos pingados, que como todos, fazem pesquisas sobre intenções de voto e
outras a pedido do governo, sempre agradando o freguês.
Até os Institutos mais importantes como o Data Folha,
Quaest, Paraná Pesquisas, Vox Populi, e outros que também se consideram do primeiro
time, já cansaram de passar vergonha, errando por muito mais que os 2 ou 3%,
considerados margens aceitáveis de erro.
Dirigem e efetuam entrevistas com base em amostragens
viciadas, público selecionado e entrevistadores treinados para induzir
opiniões. Fazem de tudo para enganar quem está pagando e depois dos fatos
consumados, surgem explicações canhestras, culpado a estatística ou algum fato
extemporâneo que influenciou os resultados.
Esses Institutos são verdadeiros caça niqueis,
existindo aos montes, pois numa pesquisa rápida, apenas em São Paulo, contei mais
de 100.
Certamente eleitores com pouca instrução e mal
informados, dão importância a esses números fictícios, alem obviamente, dos
partidos políticos que custeiam essa mamata, certamente levando algum por fora.
O perigo mesmo está em “nossas infalíveis urnas
eletrônicas”, modelo utilizado exclusivamente em nosso país, que como estamos
cansados de saber, não é sério.
Fora Mula!
José Roberto- 17/07/24
JOSÉ BOM DIA !!! SOMENTE UMA MENSAGEM, O NOSSO FUTEBOL ACABOU DE VEZ MESMO !!!!!!!!!!NÃO TEMOS MAIS ESPORTISTAS PROFISSIONAIS E SIM ATLETAS FINANCEIROS !!!!!!
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