TENTATIVA DE CHAVECADA NA USP
Li recentemente, que a USP-Universidade de São Paulo,
apesar de continuar sendo a melhor universidade do país, caiu várias posições
no Ranking Internacional QS World, divulgado em junho/2026, ocupando atualmente
a posição 133.
E lamentável constatar a queda gradativa de nossas
renomadas instituições de ensino e pesquisa, sintoma nitidamente perceptível em
todos os níveis educacionais do país, principalmente nos elementares, que
deveriam ser a base de sustentação para os cursos superiores.
A USP, durante muitos anos pertenceu ao seleto grupo
das 100 melhores universidades do mundo, ocupando o octogésimo quinto lugar,
perdendo terreno, como vem ocorrendo com todas nossas universidades públicas,
pela vertente esquerdista que se infiltrou no corpo docente dessas
instituições, desgraça mais sentida nas universidades federais, reflexos
diretos da perniciosa influência petista que nos últimos anos comandou os
destinos da nação.
Inveja dos Estados Unidos, que dentre as 10 melhores
Universidades, possui 4, inclusive o campeoníssimo MIT. A Inglaterra, também 4,
uma na Suíça e uma em Singapura.
Fica estranho quando verificamos o ranking de nossas
outras universidades importantes, muito concorridas, com muitos candidatos para
poucas vagas, mas em posições que aparentemente evidenciam, conforme mencionado
acima, que ao invés de aprimorarmos nosso ensino, patinamos numa mesmice demeritória
por razões perfeitamente conhecidas.
As melhores brasileiras, ocupam as seguintes posições:
Unicamp- 277, UFRJ- 367, UNESP- 513, UFMG- 600, UFRS- 750, UFB- 900 E UFSC-
950.
Como décima potência mundial, o Brasil tropeça numa
área básica e primordial, pois nossa pujança econômica não se reflete na área
educacional.
Alem da maléfica influência esquerdista, nossas universidades, por mais absurdo que pareça,
penam com pressões políticas e de compadrio, a exemplo do estranho e
desmoralizante episódio ocorrido na “respeitável” USP, onde o concurso para
professor da Faculdade de Direito, foi vencido por Rafael Campos Soares da
Fonseca, filho do Ministro do STJ, Reynaldo Fonseca, que anexou a defesa de sua
tese, várias cartas de recomendação, assinadas por Ministros do STF e do STJ,
colegas do papai. Os candidatos preteridos recorreram e o concurso foi
cancelado.
Felizmente, a “inovação” do candidato Rafael não
colou, e se quiser a cadeira, terá que disputar novamente, sem “carteirada” ou
golpes baixos.
A sacanagem foi desfeita a tempo, ficando evidente,
que os poderosos acostumados a usurpar leis e direitos, se metem e tentam fazer
prevalecer seus interesses em todas as áreas. Esse é o retrato de nosso fodido
país.
Fora Mula!
José Roberto- 11/08/26