LULA NUNCA MAIS II
Reforço o texto de ontem, pois deixei de mencionar
aspectos importantes do infortúnio que abaterá sobre o Brasil, numa eventual e
desgraçada vitória de Mula, o maior ladrão de nossa história.
A chegada do Pinguço e sua corja ao poder, foi o que
de pior poderia ter acontecido a uma nação, que tentava se livrar das amarras
do terceiro mundo.
Desgraça maior, muito maior que as 10 Pragas do Egito (sempre
achei que eram 7), abrindo as portas para a corrupção, cedendo terreno ao crime
organizado, ao inchaço imensurável da máquina pública, aumentando impostos a
níveis insuportáveis, arruinando todos os serviços públicos, desestimulando o
empreendedorismo, e demais setores das atividades econômicas que sustentam
nosso fodido país, prenunciando um futuro ingrato a nossos filhos e netos, que
por razões diversas, não possam buscar abrigo em nações vizinhas, o que já vem
sendo feito por boa parte de nosso parque industrial.
As estatísticas reais demonstram que atingimos os
piores indicativos econômicos desde a época em que foram criados (para ao IBGE
do Pochmann, tudo uma maravilha), desemprego, custo de vida elevado, maior índice
de endividamento da população, déficit recorde das empresas públicas, estatais
e assemelhados, dívida interna trilionária, fazendo a alegria dos Bancos que
rolam e a financiam; terra arrasada que levará anos para tornar-se produtiva,
numa eventual e esperada virada de poder.
Alem de todos os males e seus graves efeitos
perniciosos acima citados, convivemos com o governo fraco e corrupto, conluiado
com a parte suspeita de nossa justiça frágil e perniciosa, que através de
alguns títeres que se julgam donos do poder, limitam e controlam a liberdade de
expressão, perseguindo desafetos ao arrepio das leis e da Constituição.
Com um governo inepto e a maioria de políticos que não
valem praticamente nada, (para não dizer coisa pior), subjugados pelos
tiranetes do STF que compõem a maioria dos membros do órgão(+ ou – 8), é assustador pensar que o Cachaceiro, se
desgraçadamente reeleito, indicará nomes às 3 vagas do órgão, que surgirão com
a aposentadoria de alguns trastes, perdendo o país, a chance de renovar e
colocar membros a altura de tão importante cargo.
A necessária renovação de nossa mais alta corte
judícial, é o fator preponderante a ser considerado pelos eleitores, tanto de
direita que já lutam por uma reforma, quando esquerdistas que tenham um mínimo de
visão e patriotismo, pois caso a desgraça se consolide, adeus definitivo a
liberdade sagrada de expressão, pois se atualmente é arriscado a livre
manifestação, no futuro seria suicídio.
Eu inclusive, tenho que colocar minhas barbas ralas de
molho.
Mula nunca mais, chega de passar raiva e vergonha.
José Roberto- 31/07/28