ECOS DO MUNDIAL DE FUTEBOL
A Copa do Mundo terminou com a merecida vitória da
Espanha, deixando algumas lições evidentes, que devem ser consideradas, se
quisermos recuperar o respeito anteriormente desfrutado por nossa Seleção.
Ficou patente que nossa equipe é muita fraca, com 2 ou
3 jogadores razoáveis entre pernas de pau, que se preocupam mais com o corte do
cabelo, tatuagem e brincos, pois com a bola não tem intimidade.
Também ficou evidente, que o melhor futebol atual, é disparadamente
o europeu, com Espanha, França e Inglaterra se destacando.
A Argentina chegou a final por um conjunto de
circunstâncias que levantam dúvidas. Encabeçou o grupo mais fraco na primeira
fase, mesmo assim escapou por muito pouco, graças ao bom desempenho de Méssi e
também com uma mãozinha dos juízes, especialmente no jogo contra o Egito.
Na final, contra a organizada Espanha, amarelou
vergonhosamente, sendo totalmente dominados, a ponto de não desferir um chute
contra o gol adversário durante os 90 minutos regulamentares.
Exorbitou no quesito em que são campeões mundiais “hours
concours”; faltas maldosas, botinadas, coices, empurrões, rasteiras, pisões nos
pés, chutes nas canelas, trombadas, enfim, todo arsenal de golpes baixos que
cultivam há anos luz, visando intimidar os adversários.
Derrotados, após o apito final, agrediram covardemente
jogadores espanhóis que não participaram da partida, tentando compensar sua incompetência
com agressões físicas.
Humilhados em campo, fechando sua participação na
Copa, os argentinos demonstraram total falta de educação, respeito e fair play,
dando as costas aos jogadores da Seleção Espanhola, enquanto recebiam medalhas
e a cobiçada Taça.
Espera-se que a FIFA, um antro de espertalhões que se
locupletam com verbas bilionárias, sem prestar contas a ninguém, tome, ao menos
para disfarçar, medidas punitivas contra as graves ofensas e atitudes
desrespeitosas e antiesportivas da equipe argentina.
Votando ao futebol, percebe-se nitidamente que a
maioria dos países estão nivelados num nível intermediário, e que os africanos
despontam como adversários de peso, evoluindo na técnica e condição física. Se
jogarem com um pouco mais de seriedade, serão gratas surpresas no futuro.
Infelizmente, estamos fadados a enfrentar anos com
resultados medíocres de nossa Seleção, pois Neymar, nosso último craque, já
era; e lamentavelmente, não desponta nenhum outro jogador de realce para
sucedê-lo
A Europa continua dominante.
Fora Mula!
José Roberto- 23/07/26