O BRASIL É
UMA MÃE
Andei
pesquisando rapidamente, constatando que no Brasil atual, metade da população
recebe algum tipo de auxilio social, evidenciando que somos um país de preguiçosos
e dependentes de esmolas. População indolente que se contenta com migalhas ao
invés de procurar um emprego e ganhar com brios, o pão de cada dia.
Esse
resultado assustador é fruto da indolência típica do nosso povo, somado aos
incentivos dados por governos corruptos, que espertos e visando permanência no
poder, distribuem bondades e facilidades, ao invés de criar oportunidades de
educação e empregos.
Essa
malandragem vem de longe, consumada nos estados mais pobres, onde famílias de
políticos, coronéis sertanejos e senhores de engenho, estabeleceram tipos de
capitanias hereditárias, rincões onde filhos e parentes se sucedem tantos nos
governos estaduais como municípios, fazendo promessas que jamais serão
cumpridas e garantindo o sufrágio com agrados pré-eleitorais, mascarando o que
na prática se consubstancia como verdadeira compra de votos. Os verdadeiros
currais eleitorais.
Com a
chegado do PT ao poder, o “ópio” distribuídos aos pobres se sofisticou, com a
criação por Lei de uma dezena de auxílios, ajudas e bolsas assistenciais, estendendo
a generosidade por todos os cantos do país, desviando recursos públicos de
áreas importantes, numa tentativa grosseira e descarada de garantir votos.
O xis da
questão, é que o custos dessas esmolas evoluiu tanto, bancada pela carga extorsiva
de impostos, que os setores produtivos da nação vivem numa corda bamba,
equilibrando-se para manter resultados positivos, tentando a duras penas não
reduzir a competitividade de seus produtos, principalmente diante da concorrência
desleal de produtos importados, que abalaram duramente nossa indústria têxtil,
de brinquedos e de outros importantes setores.
Não apenas
industrias, comércio e serviços, padecem com a pesada carga tributária, mas
também o brasileiro trabalhador e pagador de impostos, que a cada ano vê seu
magro contracheque minguar ainda mais, não esquecendo dos impostos indiretos
que incidem sob todos os produtos e serviços em forma de cascata, correndo o
poder de compra.
Neste ano
eleitoral, em que Mula, o maior ladrão de nossa história, mesmo com a mente corroída
pelo senilismo e pela cachaça, sabe que
sua reeleição torna-se cada vez mais difícil, além de sua péssima
administração, e da corrupção que voltou a mil por hora com seu beneplácito, instado
por membros de sua quadrilha que temem perder o acesso as sagradas tetas, concede
novas benesses as classes desfavorecidas, mesmo sem qualquer recurso e
viabilidade, pois o gigantesco déficit público secou os cofres, ainda assim, o
Pinguço insiste e complica ainda mais a vida dos pagadores de impostos.
As
indústrias assombradas com a ganância tributária, procura abrigo e porto seguro
em países vizinhos, notadamente o Paraguai, que se esforça para livrar da pecha
de “país da falsificação”, oferecendo estabilidade e impostos deglutíveis,
entrando numa fase áurea de crescimento econômico.
Os
milionários, na moita, também vão migrando, transferindo seus recursos para
países onde o capital é respeitado, ao contrário do que hoje se propala no
Brasil, com ameaças de tributações ainda mais pesadas.
A situação
tende a se agravar, mesmo com a derrota do Cachaceiro. O próximo Presidente vai
entrar numa fria. Governará com caixa vazio e com um Congresso e Judiciário de
merda.
Recebi uma mensagem
de uma senhora indignada, sugerindo que pessoas que recebem auxilio social não
deveriam ter direito ao voto, pois não contribuem para o desenvolvimento da
nação. Da mesma forma os presidiários também não deveriam ter esse direito,
pois são criminosos, desrespeitando nossas leis, ferindo, ofendendo e roubando;
párias da sociedade que desrespeitam o
próximo, só causando danos e prejuízos ao país.
Concordo
plenamente com essa Senhora, mas infelizmente devemos ser uma minoria.
Fora Mula!
José
Roberto- 09/02/26