O EX OFFICE
BOY ESCORREGOU NA PRÓPRIA MERDA
O caso
vergonhoso do Banco Master prova que Brasília é uma Sodoma, local pecaminoso
onde libertinos deixam se seduzir, por mordomias, viagens, vantagens pecuniárias
e obviamente por mega orgias com fornecimento de concubinas e parceiras(os)
para todos os gostos e apetites, por mais devassos que sejam.
Um detalhe.
O absurdo da questão é que esses “libertinos”, em sua maioria, foram nós que
escolhemos e os credenciamos para nos representar, mesmo sabendo de antemão,
que os malandros representam apenas a si próprios.
Somente numa
cidade onde a corrupção e dominante e a moralidade passou longe, um aventureiro
malandro consegue fazer ressurgir das cinzas um arremedo de banco falido,
através de associações espúrias com autoridades, governantes e membros de
nossos tribunais superiores, criando um império fictício, baseado em títulos sem
lastros, fundos sem fundos, aproveitando inclusive das facilidade para tirar
sua fatia do criminoso assalto das aposentadorias do INSS.
Daniel
Vorcaro é um grande sedutor. Profundo conhecedor das vicissitudes e desvios
morais de nossos homens públicos, soube carrear favores escusos para seu Banco,
em troca de satisfazer desejos ocultos e proibidos desses malandros, que deveriam
cuidar e zelar dos bens dos bens dos brasileiros, à ele confiados.
Com sua lábia,
favores sexuais e propina, vendeu nuvens a fundos de pensões estaduais, de
prefeituras, de entidades e associações, investimentos que se esvaíram com os
ventos, que chegaram com a tempestade levantada pela mídia, que em instantes
fez ruir o pernicioso castelo de areia.
Com a merda
no ventilador, uma das principais personagens envolvidas nessa miraculosa
trama, o ex office boy Dias Toffoli, Ministro do STF, antecipando a seus pares
tentando abafar o escândalo, pois sabia a imensa extensão dos danos ao patrimônio
público e privado, chamou a si, por ato de ofício, a relatoria do rumoroso
caso, que ao saltos começa a ganhar desenvoltura e espanto por todo o país.
Tentou
controlar e manter sigilo sobre as investigações levadas a cabo pela Polícia
Federal, requisitando e mantendo a guarda de todos os fatos, evidências e
provas levantadas, numa ousadia ímpar, já demonstrada em ocasiões anteriores,
como no caso do cancelamento do acordo bilionário de leniência da JBS, onde o
escritório de sua esposa encheu as burras.
No
desenrolar dessas tramoias, as digitais de outro Ministro do STF, do calhorda
careca Alexandre de Morais, ficaram patentes, pois o Banco havia contratado a
esposa do digníssimo safado, para não fazer nada, recebendo a mixaria de 3,6
milhões/mês.
Dessa vez,
os atos estoicos de Toffoli não tiveram o sucesso dos anteriores, pois as
organizações afetadas, Fundações e assemelhadas, tem muito mais poder de fogo,
não se conformando com a dilapidação de seus patrimônios, nem com a corrupção e
safadezas de seus diretores, pois nem mesmo o Fundo Garantidor, cobriria esses
rombos, quando muito algumas migalhas, limitadas a 250 mil.
Envolvido em
decisões intempestivas e tumultuadas, Toffoli se indispôs com a Polícia Federal,
que coordena e efetua as investigações sobre o criminoso escândalo. Tentando
livrar “o seu” da reta, responsabilizou a PF pela morosidade e atraso na
apuração dos fatos.
Provavelmente
em represália, a PF vazou informações confidenciais que comprometiam o ex-office
boy, tal como a sociedade no Resort Tayaya, onde o Ministro recebia convidados
importantes, para festas e sacanagens, além de constatarem transferência de
valores vultuosos para contas do Ministro e seus parentes laranjas.
A situação
começou a feder de tal maneira, que nem mesmo a ajuda dos suspeitíssimos Gilmar
Beiço de Bagre e delicado Fachinzito, foram suficientes para bancar a permanência
do fajuto relator, destituído pela maioria dos membros da desacreditada
autoridade, pressionada, não querendo
ainda perder mais pontos junto a sociedade.
Com
justificativas esfarrapadas, Toffoli foi finalmente afastado da relatoria, que
por azar dos calhordas e salafrários envolvidos nessa imensa roubalheira,
passou para o coroinha André Mendonça, o mais confiável Ministro do enlameado
STF, dando as brasileiros esperanças, que as chances de tudo não terminar em
pizza, aumentaram exponencialmente.
Toffoli
percebeu que entre malandros não há honra, sendo deixado a própria sorte,
enlameado e fedorento na própria merda, fruto de suas torpes cagadas.
Fora Mula!
José
Roberto- 13/02/26